terça-feira , 16 Janeiro 2018 - 14:41
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Atuação de fisioterapeutas na Perícia Judicial é tema de palestra para magistrados e advogados

O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito), em parceria com o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Piauí (Crefito-14), Associação dos Magistrados do Piauí (Amapi) e Escola Superior da Magistratura do Estado do Piauí (Esmepi), promoveram, nesta sexta-feira (6), a palestra “Fisioterapia na Perícia Judicial” para esclarecer as competências técnicas do fisioterapeuta no auxílio da justiça, seja como perito ou como assistente técnico.

O evento, realizado no auditório da Associação dos Magistrados do Piauí (Amapi), reuniu magistrados, advogados e membros do Conselho. De acordo com o presidente do Crefito-14, Marcelino Martins, o trabalho realizado através da parceria entre essas instituições tem gerado ganhos positivos para a visibilidade do fisioterapeuta na esfera Judicial.

“O mais importante de tudo é agradecer a Amapi por essa parceria com o Coffito e o Crefito. Os juízes puderam ampliar seus conhecimentos e ver como a contribuição do fisioterapeuta pode ser importante. Acho que com essa iniciativa quem ganha é a sociedade, que terá oportunidade de ter seus processos julgados com base em evidências mais qualificadas e de forma mais justa”, ressalta o presidente.

A palestra, ministrada pelos fisioterapeutas José Ronaldo Veronesi Júnior e Patrícia Rossafa Branco, especialistas em Perícia Judicial e membros do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito), buscou orientar sobre a importância do profissional da Fisioterapia para o Judiciário.

“Nosso grande objetivo é demonstrar que todas as especialidades da Fisioterapia podem fazer perícia e estar à disposição da Justiça, tanto cível, trabalhista ou criminal. A ideia é contribuir para o crescimento tanto para o campo de atuação da profissão e do profissional quanto para a sociedade como um todo”, diz Patrícia Rossafa.

Segundo o fisioterapeuta, José Ronaldo Veronesi Júnior, o Conselho Federal está percorrendo o país para explicar para a Justiça sobre o papel da fisioterapia dentro das Perícias. “Estamos mostrando nossos diferenciais, em especial, a nossa competência e como a fisioterapia se torna uma importante ferramenta para a justiça ao dar subsídio científico nas decisões. Esse é o nosso grande papel: mostrar para a Justiça que se tiver peritos com instrumentação e ferramentas consolida, haverá mais segurança para o juiz julgar”, diz.
Durante a explanação, também foram apresentadas as resoluções de especialidade do Conselho Federal, que determinam as áreas de atuação do fisioterapeuta no âmbito da Perícia Judicial e versam sobre a formação desse profissional como perito ou assistente técnico, além de explanar sobre os diferenciais dos procedimentos e ferramentas utilizadas na perícia fisioterapêutica.

“Para nós, da magistratura, é de grande pertinência termos acesso a mais esclarecimentos sobre a contribuição desses profissionais na realização de provas periciais em processos judiciais. É mais uma ferramenta de auxílio que o juiz pode contar durante o processamento de uma ação, para que, ao final do processo, ele possa proferir um julgamento mais justo”, conclui o presidente da Amapi, Thiago Brandão de Almeida.

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